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Declaração da Filosofia de Bem-Estar da LIS

Na LIS, acreditamos que a aprendizagem é um processo social e emocional, e que o desenvolvimento das capacidades cognitivas, afectivas e sociais é essencial para a formação global de cada pessoa. Todos os membros da LIS contribuem para o bem-estar da comunidade; consideramos que isso é fundamental para a identidade da nossa escola. Sabemos que se aprende melhor quando o ambiente é seguro e baseado na confiança, apoio e respeito mútuo. Assim, o ensino e prática do bem-estar integra-se naturalmente no nosso currículo, a todos os níveis de escolaridade, e não é tratado como um programa isolado.

Por estas razões, a LIS:

  • Valoriza e facilita oportunidades pedagógicas que são relevantes, inclusivas e autênticas
  • Oferece aos alunos um espaço para assumir liderança e acção
  • Reforça a ideia de que os alunos têm o conhecimento, consciência e coragem para tomar decisões ponderadas
  • Orienta os alunos no sentido da auto-regulação, identificando a relação entre comportamentos e consequências
  • Entende que os erros são oportunidades para crescer e aprender
  • Incentiva os alunos a tornarem-se o melhor de si mesmos, uma vez que compreendem a sua identidade e o papel que desempenham na sociedade
  • Motiva os alunos a criar uma mudança positiva no mundo
  • O respeito por nós próprios e pelos outros, pelo nosso ambiente, e pelos contextos culturais orienta o nosso pensamento, ações e relações.
    O respeito por nós próprios e pelos outros, pelo nosso ambiente, e pelos contextos culturais orienta o nosso pensamento, ações e relações.
    A história do chimpanzé George, que vai de Angola à República do Congo, não teve um início nada feliz. O George foi levado da floresta, que era a sua casa e separado da família, para ser vendido como animal de estimação de forma totalmente ilegal. Por sorte, foi encontrado pela Dra. Cristina, da Casa dos Animais. Foi acolhido pela comunidade da LIS e tratado com muito carinho pela Sra. Dalene, do nosso Departamento de Contabilidade. Graças às iniciativas dos alunos do Ano 6, foi possível angariar dinheiro para pagar uma gaiola de transporte, além do bilhete e taxas alfandegárias para levar o George de volta ao seu país de origem. Hoje, o George está ao cuidado de um profissional no Centro de Reabilitação de Chimpanzés de Tchimpounga, um local seguro e onde os animais são bem tratados. O passo seguinte inclui a integração do George no grupo de outros chimpanzés da mesma idade. Com tempo, o George fará novos amigos e terá o seu lugar consolidado no grupo. Afinal, a história do George e dos seus amigos na LIS tem um final feliz.
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  • A LIS manter um plano estratégico e um processo de reflexão sistemático e inclusivo.
    A LIS manter um plano estratégico e um processo de reflexão sistemático e inclusivo.
    Nos dias 10 e 11 de março de 2017, um grupo de 28 participantes, composto por alunos, pais, funcionários e membros do Conselho da LIS, participaram num retiro de estratégia para a escola.  Aqui discutimos informações, partilhámos pontos de vista, desafiámos panoramas e resumimos as nossas ideias sobre a missão, visão, valores e parâmetros para a nossa escola. Antes de dar início aos trabalhos, foi definido o protocolo processual da reunião, de modo a garantir uma participação equilibrada e justa. Assim, durante o encontro, não houve nenhuma voz maior ou menor do que a outra. Dada a diversidade do grupo, chegar a um consenso relativamente aos grandes temas, como missão e valores, não foi tarefa fácil. Efetivamente, grande parte do tempo foi passado a rever, rejeitar, reescrever e por último aceitar as declarações de valores. Muitos dos intervenientes destacaram temas específicos que merecem especial atenção e falaram com grande entusiasmo e respeito em defesa das suas ideias. Agradecemos ao Dr. Andy Page-Smith, que com muita competência, mestria e respeito, tornou possível este exercício e simplificou o processo de tomada de decisões.
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  • A aprendizagem floresce quando relações positivas baseadas no respeito ocorrem num ambiente de inclusão.
    A aprendizagem floresce quando relações positivas baseadas no respeito ocorrem num ambiente de inclusão.
    A Secção Primária da LIS implementou um Programa de Voluntariado para a Leitura que tem por objetivo ajudar os alunos dos Anos 1, 2 e 3 e os alunos de Português A a desenvolver as suas competências na leitura. Os Voluntários visitam as salas de aula durante o dia, ouvem os alunos a ler e ajudam estes novos leitores a praticar esta importante tarefa da sua educação. Tanto os próprios alunos como os pais e os nossos professores acolheram esta ideia de forma muito positiva e deram-nos um feedback excelente, “os pais aproveitam ao máximo esta oportunidade de interagir com as crianças e as crianças adoram ler para os voluntários e demonstrar que estão cada vez melhores”.  Muito obrigado, Voluntários para a Leitura!
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  • A integridade, empatia, e confiança são fundamentais.
    A integridade, empatia, e confiança são fundamentais.
    Todos os anos em Setembro a LIS comemora o Dia da Paz. O programa arranca com uma assembleia de manhã e continua pelo dia fora com várias oficinas que têm como tema a Paz. O dia termina com um desfile: os alunos fazem uma “caminhada pela Paz” percorrendo um trajeto marcado no campus, até chegar à zona da cafetaria, onde se reúnem para o final. Os pais são convidados a assistir e aplaudir.
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  • Aprender a lidar com os aspectos cognitivos, criativos, físicos, sociais e emocionais é fundamental para uma experiência educativa equilibrada.
    Aprender a lidar com os aspectos cognitivos, criativos, físicos, sociais e emocionais é fundamental para uma experiência educativa equilibrada.
    Todas as semanas os professores do ELC revezam-se para planear novos estímulos ao ar livre com várias finalidades, para incentivar o raciocínio das crianças e desenvolver competências específicas. A Sra. Che’te decidiu colocar boias de vários formatos e cores no chão para as crianças brincarem, e o resultado foi a transformação destes objetos em trampolins: os alunos divertiram-se a pular, saltar e passar de uma boia para a outra. Enquanto uns comparavam a experiência à sensação provocada pela boia (“é como andar com as pernas bambas”, ou diziam a palavra “coelho”, fingindo saltitar da toca, para exprimir o que entendiam da sua reação), outras crianças apontaram a relação entre as cores e as formas das boias (“parece o arco-íris”, ou “são triângulos”). No final, esta experiência serviu para promover o desenvolvimento da capacidade de autogestão, assim como a coordenação motora e a percepção espacial - ou seja, habilidades valiosas para o crescimento e desenvolvimento dos nossos jovens alunos nesta fase da infância.
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